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O Brasil não só pode, como vai dar certo!

Publicado em 15 abril 2015

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O que será do nosso futuro? E do amanhã imediato? Quem vai perder o emprego? Quem vai ficar inadimplente? São perguntas que todos estão se fazendo diante do quadro atual de incertezas políticas e econômicas. Só que as respostas têm variado muito de tom e de forma, dependendo da visão de cada um ou de suas vicissitudes correntes. Um grande número de brasileiros decidiu formar o blocão dos pessimistas, sendo que muitos deles chegam a externar a vontade de emigrar para ambientes mais prósperos....
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Como Proteger a Sua Poupança

Publicado em 10 fevereiro 2015

A queda relativa de rentabilidade das cadernetas de poupança – modalidade que vinha concentrando a preferência dos brasileiros comuns e daqueles menos habituados com os meandros do mercado de capitais – está deixando a maioria deles meio desnorteada, sem saber para onde transferir os seus investimentos ou as suas reservas para eventuais necessidades futuras. Em geral, a sociedade brasileira não tem o hábito arraigado da poupança, em qualquer das suas modalidades e, por isso mesmo, tem mais...
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Por que tudo é absurdamente caro no Brasil?

Publicado em 31 outubro 2013

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Essa é uma pergunta fácil de ser respondida. O difícil é corrigir essa distorção. As coisas são caras aqui, em decorrência de dois fatores principais: a nossa produtividade é muito baixa em quase todos os setores e somos afetados pelo chamado "Custo Brasil", que onera a produção nacional e, até mesmo, a importação de itens com origens externas. A nossa produtividade é baixa por muitas causas, mas as principais são a burocracia, a regulamentação antiga e imprópria e a falta de infraestrutura e...
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Tabela Price - Algumas Vantagens Comparativas

Publicado em 08 outubro 2013

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Na série de cinco tópicos que desenvolvi sobre financiamento imobiliário, tive oportunidade de abordar, mesmo que resumidamente, as características dos principais métodos ou sistemas adotados no mercado nacional para fixar as regras de divisão do valor do empréstimo tomado, em parcelas mensais a serem pagas pelo tomador. Destaquei, especialmente, os métodos identificados como TP (Tabela Price ou Sistema Francês de Amortização), SAC (Sistema de Amortização Constante) e SACRE (Sistema de...
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Mercado de Aluguéis (2)

Publicado em 05 setembro 2013

A questão dos aluguéis, notadamente os residenciais, não pode ser examinada independentemente do contexto mais abrangente do mercado imobiliário em geral. Um assunto depende do outro, conforme já mencionei, no mês de maio passado, em tópico inicial apresentado com este mesmo título.Como qualquer outro bem comercializado em uma economia aberta de mercado, também os aluguéis ficam mais caros ou mais baratos em razão de sua menor ou maior disponibilidade relativa, resultante, esta última, das...
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Desoneração Burocrática (2)

Publicado em 29 agosto 2013

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Embora o índice de robustez e dinamismo, por seu caráter sintético, indique de forma mais objetiva e prática a evolução no comportamento do segmento de Edificações, acho importante examinar algumas características intervenientes nesse mesmo comportamento, conforme já mencionei no tópico antecedente desta série. Uma dessas características é o próprio porte econômico do segmento, representado pelo valor das obras prediais construídas em cada exercício. Nesse caso, se adotado como referência...
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Por que não somos competitivos?

Publicado em 28 maio 2013

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A ideia de competição está sempre relacionada à de comparação. No mundo globalizado, em geral, a competitividade da nossa economia costuma ser medida pela comparação entre os preços dos bens e serviços produzidos no Brasil e o de produtos equivalentes originários de outros países, de quem importamos e para quem gostaríamos de exportar. Nessa comparação mais frequente, é fácil observar que não somos competitivos porque é caro produzir no Brasil.Em outros tópicos deste blog já tive oportunidade...
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Financiamento Habitacional (5)

Publicado em 23 maio 2013

Nesta série já mencionei a importância das regras de remuneração das Cadernetas de Poupança e do FGTS para a fixação das espécies "B" (correção monetária) e "C" (juros ou remuneração propriamente dita do capital), conforme a notação que venho adotando para identificar as espécies de pagamento embutidas nos financiamentos habitacionais. Essa importância decorre de duas circunstâncias: boa parte do capital utilizado pelos agentes financeiros para os empréstimos habitacionais é oriunda desses dois...
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Financiamento Habitacional (4)

Publicado em 21 maio 2013

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Em qualquer dos sistemas de financiamento habitacional que venho tratando nesta série (SFH ou SFI) o tomador do empréstimo tem que pagar o capital cedido (a soma das três espécies que identifiquei como "A", "B" e "C" nos tópicos antecedentes deste blog) em parcelas mensais, durante o prazo contratual. Para fixar o valor de cada parcela mensal e sua evolução ao longo do tempo, as partes têm que estabelecer, de comum acordo, os seguintes parâmetros: método (ou sistema) de amortização a ser...
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Financiamento Habitacional (3)

Publicado em 16 maio 2013

A conceituação já descrita em tópicos antecedentes desta série tem caráter geral e aplica-se a todas as partes envolvidas no financiamento imobiliário, mesmo quando uma delas assume, na transação, mais de um papel distinto. Em princípio, em cada operação de financiamento, deveriam estar presentes três diferentes partes: a construtora ou incorporadora (vendedora do bem financiado), o tomador do empréstimo imobiliário (comprador do bem financiado) e o agente financeiro (fornecedor do capital a...
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